O "Expresso" não perde uma oportunidade de atacar o regime de Angola.
A razão é só uma : O Governo Português quer privatizar a RTP1 e Fancisco Pinto Balsemão vê os seus negócios em perigo.
Em perigo porque passará a haver mais concorrência.
E daí no fim de semana a noticia de que o DCIAP/PGR está a investigar o Vice-Presidente de Angola , mais uns ministros/generais angolanos.
Agora, face à posição do Jornal de Angola lá vem o maçom Henrique verbalizar contra o Jornal de Angola e contra José Eduardo dos Santos, neste artigo publicado no "Expresso":http://expresso.sapo.pt/a-vergonha-de-angola=f766571
E como não podia deixar de ser o dito quadro/maçom do "Expresso" - "instalado" na vida como diz noutro artigo - lá ataca a referência ´feita à maçonaria pelo Jornal de Angola e , pasme-se, arremete contra interesses angolanos na área da comunicação social!
Claro, o grupo angolano quer a RTP1 e Balsemão, a SIC, o Expresso e a Impresa não querem.
Concorrência só quando são eles os interessados!
Uma vergonha este ataque a Angola, que nos ajuda, que é parte do Mundo Lusofono, que dá emprego a tantos portugueses e mata a fome a tanta gente nossa, a empresas, que é importante para o bloco lusofono.
É grave o Minisério Público português estar a investigar o Vice-Presidente de Angola , mais ministros/generais angolanos.
Mas o que pensa o Mº Pº português?
Que é isto? O Governo não toma posição? O Mº Pº pode fazer isso sem qualquer controlo político?
E as razões de Estado? E o interesse internacional do nosso país?
Deixemo-nos de tretas, a investigação é uma ofensa a Angola e um erro tremendo para Portugal, que anda á deriva,. tem leis que permitem isto e um sistema que não lembra a ninguém.
Vamos imaginar que o Ministério Público de Angola abre processo crime contra Cavaco Silva, contra os generais portugueses e contra os ministros portugueses por fraude fiscal e branqueamento de capitais, encerra a embaixada em Portugal, expulsa o embaixador português, encerra as empresas portuguesas e expulsa os portugueses!
O que é que se dizia em Portugal?
O Ministério Público tem de ser menos autónomo, tem de ser mais controlado pelo poder político , nestas matérias que envolvem dirigentes politicos estrangeiros.
